CIÊNCIA E VIDA!!

CIÊNCIA E VIDA!!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

ARTIGO

A IMPORTÂNCIA E A POSSIBILIDADE DE MANUTENÇÃO DA BIODIVERSIDADE NA TERRA

Michelle Gomes Ferreira
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Ciências Biológicas (BID 1581) – Evolução
09/02/10


RESUMO

Educação ambiental é um processo de aprendizado, é a comunicação de questões relacionadas à interação do homem com seu ambiente natural. É o instrumento de formação de uma consciência pelo conhecimento e reflexão sobre a realidade ambiental. Busca desenvolver a consciência e a sensibilização ambiental para o desenvolvimento de atitudes e condutas que favoreçam o exercício da cidadania, a preservação do ambiente e a promoção da saúde e do bem-estar. A Educação Ambiental é fundamental no processo de ensino e aprendizagem, pois permite à população o conhecimento dos benefícios trazidos por este, além de conscientizá-la sobre a importância da preservação do meio ambiente para a qualidade de vida.


Palavras-chave: Biodiversidade; Biosfera; Ecossistema.


1 INTRODUÇÃO


“Biodiversidade” pode definir-se como o conjunto das diferentes formas de vida que existem no Planeta como um todo, ou numa região em particular. A grande preocupação que existe hoje é a de que o ser humano esteja a provocar o desaparecimento de muitas espécies num curto espaço de tempo, o que poderá conduzir à redução drástica dessa biodiversidade. Esse desaparecimento deve-se à prática intensiva da agricultura, à construção de barragens, à crescente urbanização, à destruição das florestas, à poluição e a outros fatores humanos.

2 O QUE É BIODIVERSIDADE?

A palavra biodiversidade pode ser entendida, de uma maneira simples, como sendo a diversidade de organismos vivos, existentes na biosfera. (Wilson, 1997) definiu biodiversidade da seguinte maneira, “a totalidade da variação hereditária em formas de vida, em todos os níveis de organização biológica, desde os genes e cromossomos dentro de cada espécie isolada até o próprio aspecto de espécies e afinal, no nível, as comunidades que vivem em ecossistemas como florestas e lagos”.
A destruição dos habitats naturais pelo homem é, sem dúvida, o maior fator de perda da biodiversidade. Talvez tenha sido por isso, para a preservação dos chamados bancos genéticos, que os países do mundo resolveram fazer, na conferência das nações unidas sobre meio ambiente e desenvolvimento, no Rio de Janeiro, em 1992 (ECO/92), uma “Convenção sobre a Biodiversidade”. (Wilson, 1997).

A Agricultura, a Medicina, a Indústria, a Psicologia e na Filosofia. Talvez, por isso, no século XXI, que está logo aí na frente, já está sendo chamado de “Era da Biologia”. Mas, é preciso conhecer bem a Biodiversidade do planeta para poder trabalhá-la a contendo.


3 PRINCIPAIS CAUSAS DA PERDA DA BIODIVERSIDADE

Considerando a necessidade e a importância da Biodiversidade, deve-se questionar que fatores produzem a sua diminuição progressiva, para tentar minimizar ou eliminar esse efeito maléfico á vida do planeta e do homem.

O primeiro e mais significativo desses fatores, é a destruição ambiental naturais pela espécie humana. Mas há de se perguntar: por que nós destruímos os ambientes naturais? Essa é uma pergunta que permite várias respostas, pois vário é o mecanismo que levam á destruição dos diversos ecossistemas pelo homem. ( Wilson 1997).

O crescimento populacional aumenta a demanda de todas as coisas que o homem precisa, as quais são recursos obtidos principalmente de organismo vivos. O uso progressivo desses recursos leva ao seu desaparecimento e, em contrapartida, a pobreza e a miséria também aumentam.

“Não temos o direito de exterminar o que não criamos. Um humilde vegetal, um inseto minúsculo contém mais esplendores e mais mistérios do que a mais maravilhosa das nossas construções. Antes que a natureza morra”. (Wilson 1997).


O mecanismo de recuperação, de reflorestamento e os métodos sustentáveis de agricultura são falhos e a demanda sempre é maior que a produção. Com isso, há necessidade, cada vez maior, de degradar novas áreas para obter carvão, para fazer novos cultivos agrícolas. A degradação dessas áreas certamente produz diminuição da Biodiversidade, pois causa e extinção de várias espécies, muitas das quais totalmente desconhecidas da ciência. (Wilson 1997).



4 A PRESERVAÇÃO E CONSERVAÇÃO DAS ESPÉCIES

Para se diminuir ou evitar a perda da Biodiversidade há necessidade de preservar umas e de conservar outras espécies. Para tanto é preciso que sejam desenvolvidos mecanismos de proteção às espécies de valor conhecido e aquelas em risco de extinção. Esses mecanismos vão desde o armazenamento de sementes ou de embriões, passando pela manutenção de indivíduos em zoológicos, terrários, aquários e viveiros de mudas, e indo até a criação de áreas protegidas e de preservação permanentes, que conservam não apenas as espécies, mas também e principalmente os ecossistemas em questão inseridos.

O mecanismo de criação de áreas protegidas e de Reservas Biológicas parece ser a melhor forma de preservar os ecossistemas da degradação e as espécies da extinção. Segundo Wilson (1997, p.368):
Até 1950, existiam cerca de 600 áreas protegidas em todo o mundo. Esse número cresceu muito ultimamente e hoje existem pelo menos 3500 áreas, cobrindo cerca de 425 milhões de hectares. Apesar do crescimento, esse número ainda é muito pequeno perto daquilo que realmente se precisa e ainda é muito pouco representativo nas regiões de maior Biodiversidade (florestas tropicais, recifes de corais, ilhas oceânicas). O estabelecimento de parques e reservas livres da interferência humana, visando à regeneração gradativa de florestas, a recomposição da vegetação em áreas desmatadas e a recuperação de áreas degradadas são mecanismos ulteriores que podem auxiliar na manutenção da Biodiversidade.

Em algumas situações, certamente, as populações humanas das áreas a serem protegidas poderão ser fontes fundamentais para a orientação no entendimento da Biodiversidade local e por conseqüência do tratamento a ser efetuado na sua preservação ou nas técnicas de conservação e nas pesquisas científicas a serem desenvolvidas.


4 CONCLUSÃO

É possível afirmar que a Biodiversidade é o mais importante aspecto para a vida sobre o planeta terra, por isso mesmo é fundamental a sua preservação para a preservação da vida como fonte de medicamentos, como matérias primas para as mais diversas atividades.

Dessa maneira, somos os únicos que podemos destruir todos os habitats naturais e por conseqüência toda a Biodiversidade. Por outro lado também somos os únicos que podemos trabalhar no sentido de manter o equilíbrio da vida e a Biodiversidade da Terra. Só depende de nós, humanos, a manutenção da biodiversidade do planeta e paralelamente a manutenção e continuidade de nossa existência.


5 REFERÊNCIAS


WILSON, Biodiversidade, da troca simbólica á Inovação,4.ed.São Paulo: Scipione,1997


WILSON, E. O.Naturalista,Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira,1997.

O Atomo A MUSICA........

domingo, 6 de junho de 2010

MEIO AMBIENTE





No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.

A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.

A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, onde a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, onde a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.

Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.

A importância da data é devido às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.

A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da secretaria especial do meio ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.

Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies animais.

A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.

É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.

E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.

A produção, o transporte e o consumo de energia elétrica afetam vários aspectos do meio ambiente, tais como a qualidade do ar, a qualidade e disponibilidade de água, as populações e o habitat da fauna e flora aquática e terrestre, a utilização de material perigoso e de resíduos tóxicos, o impacto dos efeitos eletromagnéticos sobre a saúde e o meio-ambiente. As atividades de P&D nesta área podem ser direcionadas para melhorar o entendimento dos impactos ambientais provocados pela exploração de energia elétrica e as medidas mitigadoras dos mesmos.

Os aspectos relativos ao meio ambiente têm sido abordados em estudos de viabilidade, por meio do cômputo de externalidades, dando origem a diferentes métodos e metodologias. A incorporação de externalidades na análise da viabilidade técnico-econômica de um empreendimento está diretamente relacionada ao fato de que os custos sociais e privados são diferentes. A consideração das externalidades de forma adequada é da maior importância para a avaliação de um projeto, principalmente quando se visualiza uma correta inserção ambiental, uma justa integração social e, em muitos casos, ajustamentos para evitar multas sobre limites não atendidos.

Não existe um consenso a respeito da melhor forma de mensuração monetária dos danos ambientais ou externalidades. Assim, o desenvolvimento de métodos aceitáveis de mensuração monetária tem sido objeto de investigação de universidades, centros de pesquisa e empresas de todo o mundo, muitos deles relacionados à geração de eletricidade.